Quando começamos a trabalhar, temos que saber o trabalho que iremos desempenhar e não apenas o nome do cargo, pois isto muda de empresa para empresa, depende de uma política interna e de outros fatores, muitas vezes tão estranhos que é melhor não se preocupar com isto.
O que interessa mesmo é o que iremos fazer e como, pois muitas vezes, temos experiência em um cargo que tem suas funções muito distintas na sua execução, dependendo da chefia, do tamanho da empresa e dos métodos empregados, mas se eu sei fazer aquela função, eu vou conseguir me adaptar a estas pequenas diferenças.
E o que todo mundo que tem bom senso diz e é a mais pura verdade, não adianta inventar, encher o seu currículo de tarefas que você executava em seu emprego anterior só porque o 'mercado' exige se você não sabe realmente fazer. Por exemplo, não adianta colocar no currículo que o seu conhecimento no Excel é avançado sendo que você mal sabe fazer uma soma neste programa.
E por falar em programa, para quem trabalha com programas específicos como contabilidade, contas a pagar, etc não deve se deixar intimidar por este ou aquele nome famoso, pois se você sabe o que está fazendo o programa utilizado será aquela 'diferença' que eu citei acima que você terá que se adaptar.
Os cursos de qualificação e a formação acadêmica formal nos orientam e nos fornecem noção da ação do profissional, mas não nos deixa prontos a ponto de desprezar a experiência adquirida na prática, que muitas vezes, a partir desta prática é que surgem os novos cursos de formação acadêmica universitária, que complementa o conhecimento prático, acrescentando outras informações para que este profissional seja completo, conhecedor não apenas daquilo que executa, mas porque executa e como poderá fazê-lo com mais eficiência e até mesmo inovar nos métodos e processos envolvidos naquilo que ele sabe fazer "com os pés nas costas".
Por isto temos que nos dedicar ao que fazemos sempre buscando o conhecimento com os profissionais que já estão na área e também o conhecimento acadêmico que nos proporciona a 'abertura' da nossa mente para o novo, para o completo e para a inovação, sem desprezar as nossas próprias experiências no dia a dia da nossa função.
